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Encontro de Rey com Luke (fonte: internet)

Lançado a pouco mais de uma semana, O último jedi tem causado certo alvoroço no meio da crítica e dos fãs. O fato é que o nono filme da franquia Star Wars, com a inclusão de Rogue one, tem atraído a atenção de milhares de pessoas.

O filme narra o conflito entre o Império, doravante denominada de Primeira ordem, e a Resistência. O cenário é o espaço sideral, mais precisamente em uma galáxia muito, mais muito distante daqui.

A narrativa expõe a tentativa de o Império, utilizando todo seu poderio bélico, exterminar a Resistência onde quer que seja. Paralelamente, a película mostra o encontro turbulento entre Rey (Dayse Ridley) e Luke Skywalker (Mark Hamill), dando continuidade ao episódio O despertar da força.

A minha pretensão não é discutir sobre os efeitos especiais, os cenários deslumbrantes, muito menos o papel destacado que as mulheres têm no filme. O que quero abordar é o que julgo ser o tema central no filme, a esperança.

Frases do tipo “A esperança é como o sol. Se você apenas acredita quando vê, você nunca vai sobreviver à noite” ou “Skywalker vive. A semente dos jedi vive. Enquanto ele viver, a esperança existe” ou “Somos a faísca que acenderá a chama que destruirá a Primeira Ordem” expressam muito bem o que quero dizer.

Em uma batalha desigual, com o uso de armamento desproporcional, a Resistência resiste e, enquanto emite chamamento para os mais longínquos rincões do Universo, vê seu poderio bélico ser dizimado e “soldados e generais” morrendo. No entanto, sob o comando da princesa Leia (Carrier Fisher), a Resistência deixa o recado de que só a esperança é capaz de mobilizar as pessoas a lutarem contra uma situação adversa.

Esperança que traz consigo a liberdade e o amor ao próximo, situação retratada no filme quando as crianças observam a Resistência cruzando o céu ou quando Rose (Kelly Marie Tran) fala para Finn (John Boyega) que: “É assim que vamos ganhar. Não lutando contra o que odiamos, mas salvando o que amamos.”

O filme também expõe a ambição humana. A cena que Kylo Hen (Alan Driver) mata Snoker (Andy Serkis) e propõe um acordo para Rey retrata bem isso. Ele sugere a ela que: “Deixe o passado morrer. Mate-o, se for preciso. É o único jeito de cumprir o seu destino.”

Destinada a entender o seu lugar na história, Rey nega a proposta e se transforma em uma jedi, herdando a tarefa destinada aos defensores da liberdade.

Não posso deixar de registrar o papel de Luke. Se num primeiro momento ele foi insensível com o pedido de Rey, transparecendo ser um sujeito arrogante, no segundo deixa a condição de refém do próprio erro e junta-se à Resistência, reacendendo a luz da esperança quando tudo parecia perdido.

Enfim, quem não viu o filme, veja-o. Quem já viu, reveja-o. Em tempos onde a esperança parece ter morrido, O último jedi nos ensina que não devemos perdê-la de vista, acreditando mais nas pessoas e no que nos une.

Confira o trailer

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